J2R Consultoria + Thomson Reuters | Março de 2026
IBS, CBS e Split Payment já estão moldando o cenário tributário brasileiro. Empresas que não se moverem agora vão pagar — literalmente — pelo atraso.
A Reforma Tributária Não Vai Esperar Você Estar Pronto
Existe uma pergunta que todo gestor fiscal, CFO e controller deveria estar fazendo agora: com a Reforma Tributária em vigor, o que está mais vulnerável na nossa operação?
Para a maioria das empresas, a resposta honesta é desconfortável. E o pior: o prazo para o desconforto ser transformado em ação está ficando mais curto a cada mês.
IBS, CBS, Split Payment. Esses termos já circulam nos corredores das áreas fiscais e contábeis do Brasil. Mas circular não significa entender e entender não significa estar preparado. Há uma diferença enorme entre saber que a mudança vem e ter a operação pronta para ela.

O Que Está em Jogo, de Verdade
A Reforma Tributária não é uma atualização de alíquota. É uma reestruturação completa da lógica de apuração, recolhimento e conciliação de tributos no Brasil. A transição vai até 2033, mas isso não significa que você tem até 2033 para começar.
Vamos falar do ponto mais crítico e menos discutido: o Split Payment.
Na prática, o tributo passará a ser retido automaticamente na fonte, no momento do pagamento. Parece simples. Não é. Para que isso funcione, o sistema da sua empresa precisa estar integrado a esse fluxo em tempo real. Quem não estiver integrado não vai apenas ter um problema técnico, vai ter um problema comercial. Contratos que exigem conformidade começarão a ser fechados com quem está pronto. Os que ficarem de fora perderão competitividade antes mesmo de perceberem o que aconteceu.

O Problema Que Ninguém Quer Admitir
Boa parte das empresas ainda trata a Reforma Tributária como um projeto futuro. Algo para quando a legislação estiver mais clara, quando o ERP tiver uma atualização, quando o time tiver mais tempo.
Enquanto isso, o cálculo de IBS e CBS, com múltiplas alíquotas que variam por produto e por localidade, já está sendo testado. A conciliação entre os dados da empresa e a base do Fisco já exige precisão que processos manuais simplesmente não entregam. E o retrabalho contábil gerado por inconsistências já está consumindo horas de equipes que poderiam estar em atividades estratégicas.
A Reforma não vai esperar o momento certo. Ela tem cronograma próprio.
Uma Solução Que Já Existe e Que Poucos Conhecem
Enquanto o mercado ainda debate o que vai mudar, a Thomson Reuters já construiu a resposta. A solução foi desenvolvida a partir da participação direta da empresa no Programa Piloto da Receita Federal, o que significa que ela não foi criada sobre suposições. Foi criada sobre o modelo real.
E há um detalhe que muda tudo: ela é compatível com qualquer solução fiscal já em uso. Sem substituição de sistema. Sem reimplantação. Sem retrabalho de infraestrutura.
Não vamos entregar todos os detalhes aqui, e essa é uma escolha deliberada.

Por Que Não Vamos Explicar Tudo Neste Artigo
Porque o que está por vir merece ser apresentado ao vivo, com contexto, com espaço para perguntas e com quem construiu a solução na sala.
No dia 18 de março, das 10h às 11h, a J2R Consultoria e a Thomson Reuters vão apresentar em primeira mão essa abordagem em um webinar gratuito. Você vai entender a lógica por trás da solução, os problemas que ela endereça e o que sua empresa precisa avaliar agora, antes que o custo da inadequação apareça na forma de autuação, retrabalho ou contrato perdido.
Não é uma palestra genérica sobre a Reforma. É uma apresentação direta, com quem está dentro do processo de construção do novo modelo tributário brasileiro.
Por Que Não Vamos Explicar Tudo Neste Artigo
Porque o que está por vir merece ser apresentado ao vivo, com contexto, com espaço para perguntas e com quem construiu a solução na sala.
No dia 18 de março, das 10h às 11h, a J2R Consultoria e a Thomson Reuters vão apresentar em primeira mão essa abordagem em um webinar gratuito. Você vai entender a lógica por trás da solução, os problemas que ela endereça e o que sua empresa precisa avaliar agora, antes que o custo da inadequação apareça na forma de autuação, retrabalho ou contrato perdido.
Não é uma palestra genérica sobre a Reforma. É uma apresentação direta, com quem está dentro do processo de construção do novo modelo tributário brasileiro.
A Pergunta Que Fica
Sua empresa vai ser uma das que saiu na frente ou uma das que vai correr atrás depois?
Essa resposta começa a ser construída agora. E o próximo passo está a um clique de distância.
